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Comer Rezar e Amar

A Revista Sabores do Sul garimpou tudo, mas tudo mesmo que envolve gastronomia nas produções disponíveis na Netflix. De séries orientais românticas conhecidas como doramas a documentários que esclarecem muitas curiosidades sobre o mundo da culinária e impressionam. No meio disso tudo, os costumeiros programas de competição gastronômica e vários filmes. Tem para todo o gosto e tempo. Ah, deixa o caderninho do lado para anotar alguma receita.

Séries Documentais

Na Rota do Taco (EUA, 2019)

Na Rota do Taco é uma série disponível na Netflix que tem como contexto a culinária mexicana e o protagonismo fica por conta dos famosos tacos. A produção, entretanto, não se limita à comida, mas sim aos costumes, cultura e tradições do país. São seis episódios de 30 minutos que narram o dia a dia das pessoas em relação à carne e seu preparo. São opiniões das mais diversas, cada um vê de um jeito a forma de como ficar mais saborosa. O interessante é que são os próprios tacos que narram o documentário: al pastor, carnitas, canasta, asada, barbacoa e guisado. Cada um deles conta como são produzidos. Certo é que depois de cada episódio, a vontade de ir para um restaurante mexicano toma conta.

Chef’s Table (EUA, 2015)

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Uma série que já recebeu indicações ao Emmy, o prêmio máximo da televisão. Isso é o mínimo que se pode dizer sobre Chef’s Table. No ar desde 2015 na Netflix, os episódios são baseados nas rotinas de chefs renomados e no que pensam. Em cada um, um notável da gastronomia abre seu restaurante e conta sua história, fala o que pensa sobre tudo, não só sobre comida. Eles mostram como chegaram ao topo do sucesso, as dificuldades, mostram lugares por onde passaram, por onde começaram. São histórias de vida muitas vezes escondidas atrás das panelas. Claro, eles também mostram seus pratos mais famosos.

Street food (EUA, 2019)

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Há tempos que comida de rua tem ganhado espaço em eventos no Brasil. Em outros países, no entanto, há muitas décadas é bem comum, principalmente nos países asiáticos. A recém-lançada série se dedica a isso, mostrar que a comida incrementada é também popular, que está ali, na rua, para qualquer um poder experienciar. Os chefs estão nas calçadas, rodeados de pessoas de todas as classes que passam diariamente por elas. Dos mesmos criadores de Chef’s Table, tem a proposta de mostrar a comida de rua da Ásia. Cada episódio, são nove, uma cidade, um sabor, e uma experiência inesquecível de cultura.

The Chef Show (EUA, 2019)

Das histórias inusitadas de famosos, essa é bem peculiar. Jon Favreau, que dirigiu entre tantos filmes da Marvel, o Homem de Ferro, é o protagonista dessa série. Ele cozinha para celebridades e em um ambiente descontraído se mostra um excelente chef. Tudo isso depois de dirigir um filme totalmente fora do mundo dos super-heróis: Chef, que conta a história de Carl, um cozinheiro cansado de trabalhar em restaurantes chiques e parte com o filho para o mundo dos food trucks. Série bem divertida, sem o engessamento de um padrão, com variações de um episódio para outro. Vai de visitas à atriz Gwyneth Paltrow para cozinhar para ela, como um papo regado de boa comida com o elenco de Os Vingadores, na melhor proposta de que cozinhar é uma arte. São ótimos 14 episódios.

Sal, Gordura, Acidez e Calor (EUA, 2017)

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Quem pensava que os quatro elementos se limitavam em sol, terra, água e ar, enganou-se. Há os quatro elementos da culinária: sal, gordura, acidez e calor – que são bem explicados nessa série baseada no livro do mesmo nome de Samin Nosrat, chef iraniano-americana. São quatro episódios, cada um dedicado a um dos elementos, que além de receitas, traz outras curiosidades. Ela visita vários países e em cada um cozinha com a sua mãe, com técnicas de preparo tradicionais. A ideia é saber dominar os elementos, quem domina, cozinha bem.

Somebody Feed Phil (EUA, 2018)

Simpatia e desenvoltura não falta para o escritor Philip Rosenthal, a estrela dessa série que já está em sua segunda temporada. Embora pareça clichê, já que ele viaja pelo mundo afora para conhecer chefs e o melhor da gastronomia,o diferencial é a interação de Phil com as pessoas que encontra pelo caminho. Explora a comida e toda a cultura local, recheando o cardápio com muita informação, além dos sabores. Vai de Tóquio a Buenos Aires, onde até faz aula de tango. Vale a pena cada episódio, porque é envolvente e deixa sempre o gostinho de quero mais. São seis episódios de aproximadamente 55 minutos em cada temporada.

Ugly Delicious (EUA, 2018)

Uma viagem em oito episódios que envolve o espectador com culinária, história e lugares. Quem comanda a série disponível na Netflix é o chef David Chang, um dos grandes nomes da gastronomia nova-iorquina. Além de divertida, a série é considerada muito inteligente. Isso porque ele deixa pra lá sua cozinha glamourosa e parte para a comida comum do dia a dia da pessoa também comum. A simplicidade está em tudo, do aclamado frango frito à lagosta incrementada. Uma experiência bem popular e cativante. Tem comida, família e receita.

Cooked (EUA, 2016)

Mais uma série baseada em livro. Dessa vez o do Michael Pollan, “Cozinhar, Uma História Natural da Transformação”. A ideia central é conscientizar o espectador sobre o que comem. E aqui também surgem os elementos, mas os mais conhecidos: terra, água, terra e ar. São quatro episódios de 45 minutos que levam o público a pensar, a refletir sobre a indústria alimentícia e tudo que ele leva à boca. Mas não faltam boas receitas, todas relacionadas aos quatro elementos. Criatividade e alerta nesse menu.

+ LEIA A EDIÇÃO DO PRÊMIO SABORES DO SUL 2019

The Mind Of a Chef (EUA, 2012)

São seis temporadas com total de 86 episódios na Netflix! A série é um mix de comida, cultura, ciência e humor e é uma produção da televisão pública dos Estados Unidos, a PBS. Mais do mesmo, procura mostrar o processo de criação de pratos de chefs famosos e suas influências. O bom é que explora receitas incríveis, o que colabora para o sucesso da série, além da narração de Anthony Bourdain.

A Origem do Sabor (EUA, 2019)

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A China e suas peculiaridades culinárias criativas e inusitadas são retratadas nessa série de 20 episódios. Entretanto, não são apenas receitas com ingredientes prontos, apresentados em cada episódio. O incrível é que a série destaca também o plantio desses ingredientes, o cultivo, o cuidado e todo o processo até chegar à mesa. A filosofia é tratar o alimento com respeito e sabedoria. Essa primeira temporada traz a região de Chaosdan, uma das mais reconhecidas na gastronomia.

Hyper Hardboiled Gourmet Report (2017)

Baseado em um programa de televisão japonês, a série são relatos, reportagens sobre gastronomia. A proposta é discutir a comida. É bem subjetivo, já que conta muito com o emocional de cada um, pois são opiniões mais sentimentais em relação ao que se como e como se come. Tem mais a ver com emoções do que com a preparação do alimento. Tem muita história da vida real e não tão fácil. Por exemplo, no primeiro episódio filmado na Libéria, que passou por uma terrível guerra civil, os produtores chegam em um lugar onde vivem 900 crianças que foram soldados. E toda a horripilante vida que levam, comendo quando têm dinheiro. A ideia é mostrar que todo mundo precisa comer, seja lá de que forma. Pode não agradar muito aos olhos, mas é a realidade escancarada. São cinco episódios bem rápidos e que deixam o espectador pensando

Rotten (EUA 2018)

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Nem tudo são flores nas séries sobre comida produzidas por aí. Rotten, por exemplo, denuncia fraudes e corrupção na produção alimentícia. Nada de chefs ou receitas, mas a cruel realidade que vem à toa em cada um dos seis episódios. Apresenta da adulteração do mel na China à privatizações nos EUA. Cada episódio uma história nova, não necessita que o espectador assista na ordem. Abordagens sobre o processo de fornecimento de alimentos, de onde vem e de como chegam à mesa, passando pelas dificuldades dos produtores e toda a burocracia que isso envolve. Impressiona e atiça a curiosidade de quem asiste.

Séries

A Bizarra Confeitaria de Christine McConnell (EUA, 2018)

Série de terror até que é bem comum, mas essa lançada em outubro do ano passado tem um tempero a mais, literalmente. E muito humor, apesar de sinistro. Assim a protagonista Christine ensina receitas de doces com ingredientes nada comuns. São bizarros e aterrorizantes, mas que provocam risos, vontade de comer nem tanto. A primeira temporada é curta, tem seis episódios bem interessantes. Anote as ideias, pelo menos é garantido os doces de Halloween.

Feed the Beast (EUA, 2016)

Ainda no cast do Netflix, a série teve apenas uma temporada e foi cancelada, para o desgosto dos fãs que protestaram na época. Ficou aquele gostinho de quero mais, até porque tudo estava indo bem com os personagens. Polêmicas de lado, a série conta a história de dois amigos em crise financeira, emocional e todas as outras possíveis, que se encontram e projetam abrir um restaurante de alta classe em pleno bairro do Bronx em Nova Iorque, onde nasceram. Nesse contexto acontecem muitas coisas, inclusive um enfrentamento com a máfia. Valem a pena os nove episódios.

Kantaro: The Sweet Tooth Salaryman (Japão, 2017)

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Pensem em gula. Pensem agora em um vendedor de livros guloso por doces. Eis o perfil de Kantaro, um jovem que por ser louco por doces, troca de emprego para poder andar pelas confeitarias de Tóquio satisfazendo seu paladar com essa paixão. Depois de largar seu emprego na área de informática, vai vender livros de porta em porta. E se torna um excelente vendedor que até desperta inveja aos colegas. Entre um doce, um livro, escreve sobre cada uma das delícias que experimenta no dia em seu blog. O personagem é muito cativante e a história de Kantaro também tem uma pitada de humor e mistério. O melhor: na vida real, os doces existem, assim como as confeitarias.

Bangkok Love Stories: Hey You! (Tailândia, 2018)

Esse dorama tailandês navega pela comédia romântica e o drama ao mesmo tempo. Conta a história de um casal apaixonado Bele e Kram, mas que se separam e ela abre um moderno bistrô quase ao lado do tradicional restaurante do ex. Uma rivalidade está iniciada a partir daí com todos os ingredientes emotivos que um bom dorama possui.

Hyori’s Bed e Breakfast (Coreia, 2018)

Um reality show cheio de peculiaridades, começando que no centro de tudo está o casal Lee Hyori e Lee Sanz Soon. Hyori é uma cantora k-pop, ou melhor, ex-cantora que largou tudo para ir viver em um sítio com o namorado. O casal abre um B&B, bed e breakfest, uma espécie de hostel rural e ali recebem hóspedes selecionados pela emissora, claro. A ideia é mostrar como é o relacionamento do casal com pessoas estranhas, além de todos os afazeres que a propriedade exige, desde os cuidados com a horta. A primeira temporada tem 14 episódios é interessante, principalmente pra quem é fã da cantora e tem curiosidade em saber como está a vida dela agora.

Amor Culinário (Coreia, 2013)

Poderia ser mais uma série que aborda uma jovem problemática que busca soluções. Mas Amor Culinário vai além disso. A protagonista Je Gal Jae Yeong busca novos caminhos para a sua infelicidade em todos os setores da vida, desde a carreia à vida amorosa. E é na comida que ela encontra tranquilidade e usa toda a sua criatividade com o que encontra na geladeira. Cada episódio, de 12 minutos, traz uma nova receita. Je Gal consegue transformar qualquer alimento em um apetitoso prato para superar os problemas. O legal da série é que as receitas ficam disponibilizadas no fim de cada episódio.

Clássico Imortal (Coreia, 2012)

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Duas famílias lideradas por chefs famosos batalham para se tornarem os melhores do mundo e cada um deles tenta de todas as maneiras proteger uma receita secreta do Kimchi, o clássico imortal, um condimento feito à base de hortaliças. Tem humor, competição e estratégias. Enquanto uma família tem um restaurante, a outra tem chefs renomados. A luta é por orgulho e prestígio. São 20 episódios divertidos.

Memória do Coração (Tailândia, 2017)

Mais um dorama romântico regado a muitas sobremesas de dar água na boca. Jia En e o namorado Wang voltam à Tailândia para encontrar o pai rico e distante dela. No caminho sofrem o acidente, Wang tem morte cerebral e Jia perde a memória. Um amigo de Jia toma o lugar do namorado par ser apresentado ao pai. Enquanto isso, um chef de cozinha chamado Xing, passa mal e precisa de um transplante. Ele recebe o coração de Wang. Nada é imprevisível depois disso. Ele encontra Jia e acaba sendo atraído por ela. É uma história envolvente, embora óbvia, mas que desperta a empatia, e o melhor, a dupla produz doces irresistíveis.

Midnight Diner: Tokyo Stories (Japão, 2018)

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Quem quiser conhecer o Japão, principalmente a gastronomia, pode começar por essa série. É um mergulho no país em cada episódio. Entre pratos simples e mais complicados, histórias de amor, família, amizade, brigas, trabalho, humor, drama e tudo em um equilíbrio que não cansa. Baseada em um mangá de sucesso, tem uma food stylist, a Naomi Lijima, responsável pela apresentação dos maravilhosos pratos.

The Perfect Match (Tailândia, 2017)

Os personagens não se conhecem em aplicativo de relacionamento, não. O match é outro. Fen, a protagonista, tem uma personalidade forte, determinada quer seguir os passos do pai, que preparava um curry inigualável. No seu caminho surge um chef egocêntrico, o Ting, dono de um restaurante de luxo, que está entre os 50 melhores do mundo e a desafia a fazer um curry melhor que o dele. Entre uma tentativa e outra, um romance surge na história a partir de um encontro no mercado.

Um Tempero de Outro Mundo (Tailândia, 2018)

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Um remake de Oh, My Ghost, de 2015, Um Tempero de Ouro Mundo traz a história de três personagens principais: um chef exigente, a sua assistente tímida e apaixonada por ele e um fantasma de uma garota que morreu virgem e quer resolver isso para descansar em paz. Uma comédia romântica com um pouquinho de surrealismo sobrenatural. A tímida assistente consegue a ajuda do fantasma para conquistar o chef. A partir daí é fácil imaginar as situações, já que o fantasma é muito extrovertido e ocupa o corpo da assistente para ajudá-la. A história fica mais ousada ainda com a ex-namorada do chef, que surge para atrapalhar a vida das personagens. São 16 episódios em uma temporada, com textos bem leves e situações hilárias.

Séries de Competição

The Final Table – Que vença o melhor (EUA, 2018)

Quem conhece e gosta de programas como MasterChef e Bake Off vai se sentir em casa ao acompanhar The Final Table – Que Vença o Melhor, competição culinária da Netflix. A atração vem embalada em modo de superprodução ao reunir celebridades, críticos e alguns dos melhores chefs do mundo para julgar os pratos dos participantes, eles mesmos com sólida carreira na gastronomia. A série começa com doze duplas, formadas por cozinheiros do mundo todo. Um país é escolhido como tema de cada episódio. O Brasil é tema do episódio 4.

Sugar Rush (EUA, 2018)

O famoso chef australiano Adriano Zumbro comanda e quatro duplas de confeiteiros que brigam docemente por 10 mil dólares em Sugar Rush. Esse é foco dessa competição gastronômica de doces. Cada episódio com novos participantes e uma diferença: quem termina antes do tempo determinado, tem a vantagem do tempo economizado para a tarefa final. São três provas: a primeira tem que ser feito um cupcake; a segunda o doce é livre criação; e a terceira é um bolo. Além de Zumbro, participa a confeiteira Candace Nelson e um convidado especial como jurados. Está na sua segunda temporada e cada uma tem deliciosos oito episódios.

The Big Family Cooking Showdown (Inglaterra 2017)

Um reality com jurados pra lá de exigentes que chega dar dó aos espectadores. Na mesa dos jurados, o chef Giorgio Locatelli e a professora de culinária Rosemary Shrager. Os competidores são da mesma família. Em cada episódio, três integrantes de cada família são escolhidos para as provas. Após oito episódios, as equipes vencedoras de etapas anteriores, se enfrentam na semifinal e final. A disputa é quem cozinha melhor no Reino Unido. As comidas dão água na boca. Há duas temporadas disponíveis. Vale a pena ver e torcer e por que não, experimentar?

Zumbro’s Just Desserts (EUA, 2017)

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Mais uma série que traz o famoso confeiteiro da Austrália Adriano Zumbro. Dessa vez os participantes do desafio são confeiteiros amadores que elaboram suas próprias receitas de sobremesas e na final devem replicar uma receita verdadeira de Zumbro. Um cenário colorido, leve, em cada episódio é escolhido o melhor do dia. Os piores competem entre si para escaparem da eliminação. As receitas são impressionantes e de uma apresentação impecável. É uma temporada de 12 episódios de 50 minutos. Não estranhe se achar o cenário muito parecido com ao da Fantástica Fábrica de Chocolate.

Chef e My Fridge (Coreia, 2014)

Uma competição que reúne chefs famosos e celebridades. Nessa série, os cozinheiros precisam inventar pratos com o que encontram nas geladeiras dessas celebridades. Cada chef tem 15 minutos para realizar a tarefa. E o prato tem que ser uma proposta capaz de ser servido em um restaurante. Mistura competição com entretenimento já que tem a participação de famosos, que acabam sendo entrevistados. Detalhe: o competidor não sabe de quem é a geladeira. São duas temporadas com oito episódios cada.

Mandou Bem (EUA, 2018)

Uma competição por pessoas inexperientes, mas que tentam fazer o menos pior para levar 10 mil dólares em cada episódio. É de rir, mas ao mesmo tempo de lamentar o mau gosto. São três competidores por episódio que precisam fazer bolos superelaborados, mas que não chegam nem perto do original. Vence o menos horrível. Já são três temporadas e você pode se perguntar como ter tanta originalidade para fazer coisas tão feias? Só assistindo.

Cozinhando em 4:20 (EUA, 2018)

É inusitado, mas não impossível. O primeiro programa de competição culinário de Cannabis tem 15 minutos cada episódio e traz jurados especialistas em comida com maconha. Não tem prêmio e a comida tem que ser psicodélica. Os 24 chefs participantes são conhecidos e as receitas não são incríveis ou criativas, mas aceitáveis dentro da proposta. São 12 episódios aditivados como disse a crítica. Classificação, claro, 18 anos.

Dinheiro à mesa (EUA, 2018)

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Diferente de qualquer outra competição, nessa série a briga não é por ser o melhor chef, apresentar a melhor comida ou levar um prêmio em dinheiro. O contexto é conquistar, seduzir pelo estômago possíveis investidores do projeto de restaurante do competidor. Agradar aos jurados executivos é o objetivo. São três momentos: abertura de um restaurante top modelo para o público; apresentar o prato e o ambiente a cada jurado e possível investidor; e escolher bem os investidores. Eles próprios são os personagens. É uma corrida com 12 participantes preparando pratos fora do comum, cada um com seu tempero para a conquista. Nessa primeira temporada são seis episódios com uma hora de duração e correria.

Filmes

Desnorteados (Espanha, 2015)

Dois jovens espanhóis preparados para mercado acabam ficando sem emprego depois da crise de 2008 e decidem partir para Berlim na esperança de grandes empregos. Lá descobrem que diplomas e MBA’s não servem para muita coisa. Acabam indo morar em uma pensão onde há também um restaurante e onde eles vão trabalhar. Eis o cenário dessa história que tem humor, um pouco de romance e desmitifica a ideia de que trabalhar na Europa é um sonho para qualquer imigrante. Pelo contrário.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (EUA 2005)

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Se você tem mais de 40 anos lembra da versão original desse filme no fim dos anos 70 e que teve seu remake realizado e 2005 com Johnny Depp. Depp é o dono da fábrica de chocolate que recebe um grupo de vencedores de um concurso para um passeio inesquecível. Além de muito chocolate e doces, muito se pode analisar nesta história baseada no conto de Roald Dahl: a arrogância, exibicionismo e egoísmo que despertam no ser humano já na infância. Assim como a humildade e a boa fé. Um delicioso clássico.

Comer Rezar Amar (EUA, 2010)

 

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Julia Roberts faz o papel da autora do livro homônimo, Elizabeth Gilbert.
Javier Bardem interpreta o seu par romântico, o brasileiro Felipe. Infeliz com a vida, Liz então embarca em uma viagem de um ano pela Itália, Índia e Indonésia. Na Itália ela se dedica a um período de indulgência, apreciando o melhor da culinária local e permitindo-se engordar alguns quilos, vivendo apenas para buscar o “prazer de não fazer nada”, pregado pelos italianos.

Tá Chovendo Hambúrguer 2 (EUA, 2013)

Um desenho animado para lá de delicioso e didático. O primeiro filme uma tempestade de comida gera um caos, neste segundo filme, Flint precisa mudar de cidade e se junta a uma trupe de inventores. Mas a tranquilidade acaba quando ele descobre que sua antiga máquina ainda funciona e está criando comidas monstruosas. Ele então retorna à cidade para salvar, outra vez, a humanidade. Filme para toda a família se divertir e, de quebra, trocar a pipoca pelo hambúrguer.

Gosto se Discute (Brasil, 2017)

Uma comédia dramática que traz o ator Cássio Gabus Mendes como o chef Augusto, dono de um restaurante classe A, mas que está enfrentando a concorrência do seu ex-funcionário Patrick, que abriu um food truck bem em frente ao seu negócio. Não bastasse a falta de clientela, Augusto ainda terá que bater de frente com a nova gerente Cristina, viva pela youtuber Kéfera. Em meio tanta pressão para um novo cardápio, ele sofre uma síndrome e perde o paladar.

Entre Vinho e Vinagre (EUA, 2019)

Uma delícia de comédia. Uma viagem de seis amigas que se conheceram trabalhando em uma pizzaria 20 anos atrás e se reúnem para celebrar a amizade e o aniversário de 50 anos de uma delas. O encontro acontece no Vale de Napa, na Califórnia, região de vinhos. Cada uma delas com suas dores e amores, falam da vida, do trabalho e tudo isso em meio comida boa e degustação de vinhos. Nada muito profundo, pelo contrário, texto leve e interpretações excelentes.

Fome de Poder (EUA, 2016)

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Nada mais, nada menos do que a história da ascensão do fast food mais famoso do mundo: Mc Donald’s. Ray Kroc, vivido por Michael Keaton, é um vendedor ambulante de multimixer. Depois de saber que um drive-in em San Bernardino está pedindo um número maior de multimixer, Ray vai até Califórnia para vê-lo. Lá ele encontra um McDonald’s, um restaurante de dois irmãos muito popular com um serviço rápido, comida boa, recipientes descartáveis e uma clientela fiel. Visionário, torna-se sócio do negócio e mais adiante consegue driblar seus sócios e cria a franquia. O filme termina em 1970, quando Roy já é um magnata do fast food.

Documentários

O Nariz (Canadá, 2014)

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A temática desse documentário é como o olfato é responsável por diversas sensações também na gastronomia. Memória afetivas são despertadas por cheiros de comida, de bebida, de sobremesa. Isso tudo está nessa produção de 84 minutos da diretora Kim Nguyen. A jornada de O Nariz passa por cinco países captando histórias do mundo dos cheiros.

Caffè Sospeso (Itália, 2019)

Um documentário que viaja pela Argentina, Estados Unidos e Itália para mostrar o hábito do “café suspenso”. É uma tradição que surgiu no sul da Itália e se espalhou como uma coisa boa pelo mundo: a pessoa compra seu café e deixa outro pago para a próxima pessoa que não vai ficar sabendo quem praticou a benfeitoria. Na tradição, o ato é expressão de generosidade e alento. Vale a pena assistir saboreando.

Insetos – Uma Aventura Gastronômica (EUA, 2017)

Uma equipe de chefs e pesquisadores de alimentos saem pelo mundo em busco de receitas em que os insetos sejam a base do prato. Ben e Josh procuram o futuro da comida do ocidente visitando restaurantes e fábricas que produzem insetos comestíveis em série. Além de experimentarem os exóticos menus, ainda encontram sobremesas feitas de formigas gigantes e ceviches de abelhas. No mínimo curioso.

Sour Grapes (Reino Unido, 2016)

Um documentário intrigante. Conta história de um crime americano, a história de Rudy Kurniawan um fraudador de vinhos. Como pano de fundo, os famosos leilões de vinhos finos e raros onde Rudy negociava vinhos falsos para ricos da sociedade americana.

Decanted (EUA, 2016)

Mais um filme documentário sobre vinhos disponível na Netflix. Esse traz a volta da plantação dos vinhedos no Vale de Napa, na Califórnia, após os 13 anos da Lei Seca nos Estados Unidos. Conta o recomeço da cultura de uvas e todo o processo de fabricação. O formato é de entrevistas. Donos de vinicolas dão seus depoimentos que revelam como encontraram no vinho um grande negócio.

Cozinha do Bem (EUA, 2019)

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Conta a história de Gabriela Camara, uma celebridade da gastronomia que abre um restaurante mexicano em São Francisco, com grandes surpresas culinárias. A produção do documentário é de Gael Garcia Bernal e tem duração de 29 minutos. Explora a culinária mexicana de uma forma nunca vista antes e promove um choque cultural interessante.

Sustentável (EUA, 2016)

Um filme que agrada veganos, vegetarianos, os ecologicamente corretos e ambientalistas sem dúvida. É uma investigação essencial sobre a instabilidade ambiental dos Estados Unidos, desde a produção agrícola ao uso de pestiscidas, falta de água e o que será necessário fazer para garantir um meio ambiente sustentável para as gerações futuras assim como a alimentação.

Jeremiah Tower: The Last Magnificente (EUA, 2016)

Jeremiah Tower: The Last Magnificente

É um documentário sobre o chef revolucionário da culinária americana, Jeremiah Tower. É uma celebridade gastronômica que, junto com Alice Water e Wolfgang Puck, foi considerado pioneiro do estilo culinária californiana . Um amante de comida desde criança, Tower não tinha conhecimento técnico algum antes de começar sua carreira como chef. Começou trabalhando no Chez Panisse, na Califórnia, onde foi contratado porque criava sua comida francesa com ousadia. Foi uma aposta que deu certo.

What The Health (EUA, 2017)

Traz à tona a parte ruim e chata da gastronomia: as principais doenças que afetam os humanos. Depoimentos de médicos e especialistas em saúde falam sobre causas dessas doenças com relação à alimentação. É um documentário polêmico, porém necessário. De certa forma, pode ser até aterrorizante, principalmente sobre o consumo de carne. A construção leva a crer que o consumo de alimento animal mata. Daí o centro da polêmica.

King Georges (EUA, 2016)

A história de luta do chef francês Georges Perrier que na batalha para manter seu restaurante de renome internacional, o Le Bec-Fin, na Filadélfia. Após 40 anos de atividade, ele começa a perder para a concorrência e todas as novidade da modernidade do mundo gastronômico. Para não fechar as portas ele começa a jornada pela reinvenção. King Georges é uma emocionante história sobre comida, paixão, envelhecimento e arte.

E IL Cibo Va – Uma Jornada Culinária (Itália, 2017)

E El Cibo Va – Uma Jornada Culinária

Especialistas andam pela América rastreando a migração da culinária italiana, Em torno disso toda a evolução da gastronomia fora do país de origem. Para quem curte comida italiana é prato cheio porque além de mostrar a tradição culinária que se disseminou no mundo, tem todo o mistério do que se transformou determinado prato.

Todo Sobre El Asado (Alemanha, 2018)

A produção alemã é sobre o churrasco da Argentina. Mostra todo o ritual primitivo desse prato, em cada região do país. É uma viagem cultural também, pois mostra todo o costume em volta do “asado”, e deliciosa que vale a pena assistir. Narrado por Carlos, personagem fictício, um apaixonado pelo churrasco.

Barbecue (EUA, 2017)

Um condimento feito de vários ingredientes fortes e muito usado em carnes. E protagonista desse filme, o barbecue, o molho, vai dando água na boca em cada cena de churrasco e tudo que está em torno dessa culinária. Histórias contadas, conversas amistosas, reunião de amigos, família.

Jiro Dreams Of Sushi (EUA, 2011)

A história é de Jiro Ono, um oriental de 85 anos, especialista em sushi que trabalha intensamente no seu restaurante, Sukiyabashi Jiro. Seu filho Yoshikazu enfrenta o desafio de assumir o comando do estabelecimento e deixa o pai livre para dedicar-se ao seu objetivo de vida: criar o sushi perfeito.

For Grace (EUA, 2015)

Nem a fase difícil na vida pessoal do chef Curtis Duffy o tira o foco de transformar seu sonho em realidade: ser dono do melhor restaurante do país. Seu estabelecimento Grace é planejado nos mínimos detalhes, e Duffy acompanha desde a caixa de concreto até a inauguração. Simultaneamente à ambição do chef, há uma visitação no passado do protagonista, que dá uma humanizada na história e não deixa parecer tão materialista.

Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade (EUA, 2014)

A pecuária pode ser considerada uma das indústrias mais destrutivas do planeta. Ela é responsável pela emissão de mais gases que causam o efeito estufa do que a indústria de transportes e gera intensa destruição dos recursos naturais do solo. O documentário mostra a descoberta das verdades sobre a pecuária e o medo das organizações ambientais em falar sobre o assunto.

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