O nome pode até soar um pouco estranho “Ossobuco”. Mas, o sabor e a textura quebram qualquer preconceito e são bem familiares. O corte, que é um músculo, é extraído da parte traseira do boi. Cortado de forma diferente, na transversal da fibra, em rodelas grossas com osso no meio. No centro dos discos, a parte óssea em forma de tubo é recheada de tutano, uma iguaria rica em sabor.

Nesta receita do cozinheiro Rafael Caldeira, do restaurante que leva o seu sobrenome e fica em Bento Gonçalves, o Ossobuco é acompanhado de uma polenta cremosa, que leva requeijão. Confira:

Ossobuco
– 4 unidades de ossobuco com cerca de 4 cm de altura
– 2 latas de tomates pelados
– 1 taça de vinho tinto (pode ser aquele que você vai tomar com a receita)
– 1 bouquet garni (com manjericão, louro, orégano, alecrim e tomilho)
– alho e cebola picados a gosto
– 1 pimenta dedo de moça picada
– salsão picado
– sal a gosto

Polenta cremosa
– 5 xícaras de caldo de carne ou legumes
– 1 1/2 xícara de farinha de milho média
– 2 colheres de sopa de manteiga
– 1/2 copo de requeijão
– sal a gosto

Comece pelo ossobuco: Numa panela grande, coloque um fio de azeite e frite cada pedaço do ossobuco para selar (até ficar dourado). Retire a carne, coloque mais um fio de azeite na panela (aproveitando aquele tostadinho) e refogue o alho e a cebola. Volte a carne para a panela, tempere com sal e pimenta, coloque o bouquet garni , o salsão e o vinho. Coloque os tomates pelados e um pouco de água, se necessário. Deixe cozinhar lentamente até a carne ficar bem macia (mais ou menos 2 hora e meia), vá colocando um pouco de água (ou caldo de carne) se necessário.

Enquanto a carne cozinha, braços fortes para mexer a polenta. Ferva o caldo e despeje a farinha de trigo lentamente, sempre mexendo para não empelotar. A farinha de trigo demora uns 30 minutos para cozinhar, então, força! Quando a polenta estiver cozida, desligue o fogo e misture a manteiga e o requeijão.



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