Se aqueça com o calor da sopa mais popular do Tibet, a Tugpa, sopa tibetana. A receita é do restaurante temático Tashiling, de Três Coroas.

Ingredientes
2 colheres de sopa de azeite ou banha (o restaurante Tibetano utiliza banha de porco orgânica, acentua o sabor)
1 cebola média
3 xícara de farinha de trigo
5 folhas de couve chinesa
2 cenouras médias
5 cebola verde
1 colher de sopa de alho picado
1 pitada de orégano
2 colheres de sopa de shoyu
150 g de carne bem macia (o restaurante Tibetano utiliza filé mignon) picada ou 150 g de cogumelos shimeji para a versão vegetariana (pode-se acrescentar mais carne ou mais cogumelo conforme o gosto do cliente).

Modo de Preparo da Massa
Misture a farinha e a água até o ponto em que a massa não grude mais nas mãos.

Modo de Preparo do Caldo
Em uma panela coloque o azeite (ou banha), acrescente a cebola, o alho e deixar dourar. A seguir refogue a carne e os legumes. Em seguida acrescente o tanto de água que preferir. Para uma sopa mais grossa, menos água, para uma sopa mais líquida mais água. Cozinhe por alguns minutos e

Pique a massa que foi sovada em pedaços e vá acrescentando na panela já com a água deixe cozinhar mais 10 a 15 min até a massa cozinhar.

Rendimento: serve 3 pessoas

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Tugpa: sopa tibetana. (Foto: Sabina Fuhr)

* Sobre o Espaço Tibete
Localizado na Rua Alagoas, 361, o Espaço Tibete traz um pouco da cultura oriental à região do Paranhana. O complexo, todo ambientado com a arte tibetana, conta com um pequeno atelier, loja e o restaurante temático Tashiling, o carro-chefe do local. O cardápio mescla pratos típicos com criações do artista plástico e cozinheiro tibetano Ogyen Shak, que dá um toque ocidental moderno aos temperos tradicionais do Tibete

O espaço é administrado por Ogyen, que foi trazido ao Brasil para coordenar a pintura de um templo tibetano em São Paulo em 2006 e sua esposa, Adriana Shak, que viveu 14 anos no templo budista de Três Coroas antes de abrir o restaurante e transformar a paixão em negócio. “Sempre procurei uma forma de divulgar meu país e a sua cultura”, diz Ogyen, que além de contar com dotes culinários é mestre na arte sacra tibetana. Com a chegada do inverno, o multiartista e cozinheiro planeja incluir novos pratos ao cardápio.



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