Para o torcedor que vai ao estádio, comer algo antes ou depois da partida pode ser um ponto fundamental para sua experiência em dia de jogo. No Brasil, os hábitos são uns, bem diferentes daquilo que acontece na Europa, por sinal. Vejamos quais são as comidas habitualmente degustadas pelos torcedores em dias de acompanhar seus times.

No Brasil

O território brasileiro é bem extenso e diverso. A comida da entrada dos estádios varia de estado para estado, de região para região, e por isso procedemos a um levantamento daquilo que são as preferências gastronômicas do torcedor em alguns dos principais estados do país.

Em São Paulo, sobretudo no Morumbi e no Pacaembu, a tradição sempre foi comer um lanche de pernil antes das partidas, embora a proibição de venda de sanduíche na rua tenha condicionado bastante sua comercialização. Se viajarmos para Minas Gerais com o intuito de assistir uma partida em Belo Horizonte, e de degustar a mais típica comida de estádio, então certamente será servida uma dosagem de feijão tropeiro, típico do Mineirão.

Já os famosos espetinhos – ou “churrasco de gato” – se vendem por todo o Brasil, mas é especialmente no Recife que fazem parte da cultura dos jogos. Além de serem servidos nos arredores dos estádios, os espetinhos que habitualmente são constituídos por vários tipos de carne, são servidos no interior do recinto. Agora que você já conta com algumas dicas gastronômicas, se quiser saber mais sobre o que se passa no gramado, o melhor será mesmo consultar o guia do brasileirão.

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Na Europa

Além desses exemplos, há outros em menor escala, tais como o da culinária portuguesa. Em dias de partida, os bares nos arredores dos estádios costumam comercializar bolinhos de bacalhau, peixe que faz parte da cultura gastronômica do “país irmão”. No entanto, a verdade é que na “terrinha” o bacalhau não faz parte da ementa do dia de jogo. O torcedor português prefere optar pela bifana, sanduíche de carne de porco, ou por um courato, feita com a parte mais gorda do porco.

Ainda na Península Ibérica, especificamente na Espanha, os hábitos mudam ligeiramente. Os “bocadillos” – baguete -, habitualmente enrolados em papel alumínio, são o aperitivo preferido dos torcedores espanhóis, que também costumam apreciar as chamadas “pipas”, sementes de girassol com sal.

Já no centro da Europa, os hábitos são outros. É na Alemanha, conhecida por suas famosas salsichas, que se encontram os melhores cachorros-quentes do futebol europeu, apreciados também nos países circundantes e até mesmo nos nórdicos. Já na Bélgica, as batatas fritas são o aperitivo que mais se consome junto dos estádios, ao passo que na Itália, nação conhecida por sua diversidade gastronômica, se destaca a salamella – pão com linguíça grelhada – e a piadina.

Os torcedores do futebol inglês habitualmente se deliciam com o típico “fish and chips”, ao passo que em países como a Turquia ou a Bulgária, o mundialmente famoso Kebab é a principal comida de estádio. No norte da Europa, o frio leva a uma alteração nos hábitos de consumo e há até mesmo estádios na Estônia que comercializam sopa, ao passo que na Lituânia, também no norte da Europa, o pão frito com alho faz sucesso.

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