Salamanca do Jarau, da vinícola Routhier & Darricarrere, traz o conceito de “terroir extremo”. A lenda gaúcha, escrita pelo escritor João Simões Lopes Neto, é a inspiração do celebrado rótulo “Salamanca do Jarau”, da vinícola Routhier & Darricarrere, de Rosário do Sul, na região da Campanha. A história, que remete ao surgimento do Rio Grande do Sul, traz uma essência semelhante ao conceito do vinho: a valorização da terra.

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(Foto: Divulgação)

O Salamanca do Jarau traz conceito de “terroir extremo”, que é o uso de uvas de um mesmo vinhedo fermentadas espontaneamente com leveduras indígenas. “É um típico Cabernet Sauvignon com aromas de frutas vermelhas, couro e cedro. Há sabor de fruta, café e especiarias, como pimenta preta e noz- moscada”, descreve Anthony Darricarrere, enólogo da vinícola. O Salamanca do Jarau é uma edição limitada do ícone da vinícola, o Província de São Pedro, safra 2012, com 100% de uvas Cabernet Sauvignon.

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(Foto: Divulgação)

Os rótulos são obras de arte assinadas pelo artista plástico Gelson Radaelli, que também é proprietário do restaurante Atelier de Massas, em Porto Alegre, e que fez trabalhos para as vinícolas Juan Carrau, do Uruguai, e para a Tempus Alba, da Argentina. Atualmente, o Salamanca do Jarau integra a carta de vinhos dos mais conceituados restaurantes do Brasil, como D.O.M., do chef Alex Atala; KAA, premiado pela arquitetura, ambos em São Paulo; e Cipriani, do Copacana Palace, no Rio de Janeiro.



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